10 janeiro 2017

O que a Janaína de 32 anos diria para a Janaína de 16?

Eis uma pergunta que já me fiz.
Inclusive imaginei esse encontro insólito entre estas duas Eus: a de ontem, e a de hoje.
O que você diria para você com metade da sua idade?
Eu diria para eu pegar leve, e ir com menos sede ao pote, porque o mundo é um lugar mais perigoso do que aparenta ser. Mas, com 16, eu jamais prestaria atenção neste conselho.
Eu também diria para investir energia e amor somente naquilo que se acredita, e manter-se em pé. Só que, com 18, eu não entenderia esta recomendação, pois nem sabia exatamente no que acreditava, e o que significava ficar em pé.
Talvez a Jana do presente dissesse para a Jana do pretérito que migalhas não matam a fome. Contudo, com 20 anos, eu nunca poderia compreender o que essa frase realmente continha em si.
A verdade é que, nada do que eu com 32 dissesse para eu com 22 serviria para qualquer coisa.
Porque viver é exatamente isso: experimentar. O mel e o fel, a água e o óleo, o paraíso e o pesadelo, o áspero e o macio, o veneno e o antídoto, o amargo, o doce, e finalmente o agridoce.
Sentir na pele que tanto o fogo quanto o gelo podem queimar; conhecer a corrosão do ácido, e o conforto do algodão. Constatar na boca e no estômago que aquilo que adocica também pode intoxicar.
Seríamos sensatos se soubéssemos ouvir conselhos daqueles que já colocaram o dedo na tomada, e tomaram o choque. Mas não somos sensatos. Por razão que me escapa entender, viver consiste em colocar o dedo na tomada, e sentir você mesmo a descarga elétrica.
Só você, e mais ninguém.
Nestes 32 anos de vida eu senti cada choque que tomei – e ainda sinto muito, porque não criei casca e nem me acostumei com a dor. Mas sobrevivi, e sigo sobrevivendo a todos eles, o que me deixa sinceramente orgulhosa.
Nestas três décadas e 24 meses que constituem a minha vida, eu tirei mil lados da mesma moeda: foram dias multicoloridos, pálidos, flamejantes, preto e branco; de sol nascendo e se pondo. De ficar sóbria e embriagada, passear pelo selvagem e pelo inocente, o oito e o oitenta, do altar para a sarjeta, e vice-versa.
Fui santa e fui besta.
Por isso, recentemente tenho imaginado o que a Janaína de 50 anos diria para a de 32. Essa, que eu sou neste exato instante.
Certamente eu, amanhã, terei dezenas de centenas de lições para ensinar pra mim, hoje.
Mas, quer saber?
Não me importa o que a Janaína de 50 tem para dizer para a de 32, do mesmo modo que pouco interessa para a Janaína de 16 o que a de 32 tem para lhe contar sobre a vida, e seus altos e baixos.
Porque, de qualquer maneira, eu vou seguir tomando choque. Vou provando do vinho e do vinagre, do sagrado e do profano, tropeçando, voando, me espreitando, correndo, sussurrando, gritando, rastejando, sentindo; em frente.
Nem pra cima, nem pra baixo.
Só em frente.
Porque, quando eu tiver 50 anos, haverá uma Janaína hipotética com 80 anos, que saberá mais e terá mais experiência, e a mais velha vai querer contar para a mais nova onde se localizam as tomadas que dão o choque mais dolorido. Mas não vai adiantar explicar, porque assim é.
Viver, além de tomar choque, é entender que nunca saberemos tudo o que precisamos saber, e é justamente por isso que vamos em frente, e é justamente isso que devemos fazer.
Tony Bennett disse que a gente aprende a viver quando vive tempo suficiente. E eu sou feliz em afirmar que vivi para aprender a viver. Apesar dos choques, apesar de andar (até hoje!) sobre a linha frágil que separa a sanidade da loucura, eu vivi o bastante para dizer que, a despeito dos pesares, eu sou feliz.
Não estou; eu sou – e isso muda tudo.
E seja com 16, 24, 32, 50 ou 80 anos, certamente não há nada mais que eu possa desejar no dia do meu aniversário.

07 janeiro 2017

Chega logo, 19h!

A formatura da 8ª série aconteceu em 1998. A do 2º grau (hoje Ensino Médio) foi em 2001.
Eu estudei no Colégio São José Notre Dame, de Não-Me-Toque/RS, minha vida inteira, do pré até o fim – saí somente por um ano e meio, entre a 2ª e 3ª série do Ensino Fundamental, porque não aguentava uma professora maluca que gritava o tempo inteiro.
Mas voltei, e de lá não saí mais.
De modo que é impossível falar de mim, da minha vida, e da pessoa que me tornei, sem falar dos muitos anos que passei nos corredores do São José, e de todas as pessoas que, comigo, percorreram este caminho louco, lindo, e por vezes desesperador, haha.
Elas são parte de quem eu fui, de quem eu sou, e certamente de quem eu ainda serei.
Disse tudo isso para que vocês possam compreender o quanto o dia de hoje é importante para mim.
Porque hoje é o 2º encontro da turma, que carinhosamente apelidamos de “Sobreviventes do Colégio São José Notre Dame” (quem estudou lá, vai entender). ;)
Hoje é dia de rever pessoas que não vejo desde 1998.
Desde 2001.
Amigos queridos que seguiram seus caminhos longe de mim, e com os quais praticamente perdi contato.
Hoje é dia de mergulhar de cabeça e olhos fechados em um baú de memórias que não costumo abrir – mas que guardo com todo carinho no lugar mais seguro do meu coração.
Hoje de noite, a partir das 19h, estarei ao lado das pessoas que cruzaram comigo pelos corredores de piso vermelho do Colégio São José, e levaram mijada da Marli, e foram para a diretoria da Irmã Terezinha assinar o mítico “caderninho negro” – três assinaturas e era suspensão.
Pessoas que comeram a pizza da mãe do Marcelão na cantina junto comigo, e também as torradas, e os bolos de chocolate (era um empurra-empurra na hora que tocava o sinal para o recreio, que faria os Black Blocs passarem vergonha, hahaha).
Pessoas que infinitas vezes cantaram comigo o hino nacional, e assistiram os alunos que se dispunham a hastear a bandeira perderem o tempo entre o hino e o ritmo da subida. Ou a bandeira chegava ao topo da haste bem antes do hino acabar, ou bem depois; nunca ao mesmo tempo. E era sempre engraçado, hahahaha.
Vamos relembrar da época em que ficar na esquina fumando um cigarro depois da aula era algo altamente subversivo.
E também do fatídico dia de 2001 em que alguns de nós se formaram “simbolicamente”, porque ainda estavam em recuperação (eu não era um deles, IMAGINA SÓ).
Enfim. Hoje é dia de voltar a um tempo onde tudo era simples, pequeno e bonito, apesar da gente não saber.
Chega logo, 19h!
Tem anos e anos de saudade por aqui para matar!

Foto: Formatura (“simbólica”, para alguns) do 2º Grau. 2001. Me encontre na foto e retire seu prêmio na portaria, hahaha.

02 janeiro 2017

Um texto de réveillon

Já era quase 7h da manhã do dia 1º de janeiro de 2017 quando o último amigo deixou nossa garagem, após a festinha de réveillon. Foi então que eu sentei sozinha no gramado, em frente de casa, e fiquei olhando o céu. O sol já havia nascido, e pintava o horizonte com tons de rosa e laranja. Depois de horas e horas de chuva torrencial (2016 se foi embaixo d’água), 2017 chegava calmo, limpo, silencioso e belo.
Naquele momento, só me ocorreu agradecer a 2016.
Agradecer porque, apesar das agruras da vida, e da loucura coletiva generalizada, e da crise política/econômica/social/individual que assola o Brasil, nós continuamos aqui.
Todos nós; inclusive você, que agora lê este texto.
Estamos vivos; seguimos na atividade. E em tempos tão malucos, isso é um feito e tanto. Afinal, como li recentemente, nós sobrevivemos a 100% de nossos piores dias. Uma conquista da qual devemos nos orgulhar.
Por isso eu disse para 2016, quando ele já havia embarcado na estação que leva ao passado: obrigada.
E sentada ali no gramado, observando o primeiro amanhecer do novo ano, não pude deixar também de saudar 2017.
Seja bem-vindo, eu falei baixinho.
Tenha paciência e seja gentil conosco, ano novo.
Que, apesar da nossa teimosia, das nossas reclamações de barriga cheia, da nossa insolência, você possa pegar leve com a gente – e, principalmente: que a gente consiga pegar leve com você, 2017.
Que tenhamos coragem de ser feliz – porque, sim, é preciso destemor para abraçar a vida com alegria.
Que possamos deitar nossa cabeça no travesseiro e dormir em paz.
Que seja um ano de sossego e silêncio interior – apesar do caos e do barulho aqui fora.
É o que eu desejo para você, e é o que eu desejo para todos que passaram por 2016 junto comigo.
Obrigada, 2016.
Seja bem-vindo, 2017.
Vem mansinho, porque eu tô de boas! ;)

12 dezembro 2016

Vento Colorado.

Um dos meus vizinhos é colorado fanático – tanto, que ele possui uma bandeira do Inter hasteada em seu pátio. Sempre que eu passo na frente da sua casa, fico observando aquela bandeira vermelha e branca tremulando ao vento, tão bonita.
Ontem de manhã, quando passei por sua casa, não havia vento, e a bandeira jazia inerte a meio mastro. Ainda faltavam algumas horas para o jogo que oficializaria o rebaixamento do nosso Inter para a segunda divisão, mas já não havia mais no que acreditar.
Porque, mesmo se acontecesse um milagre de natal, e o Inter se mantivesse na elite do futebol brasileiro, nosso colorado já estava moralmente rebaixado.
Caiu o gigante, ferido e maltratado, e com ele toda a nação vermelha e branca, da qual faço parte.
E assim como aquela bandeira tão bonita do meu vizinho, que em um passado tão recente tremulava linda e soberana na minha rua, estamos agora inertes, a meio mastro, de cabeça baixa e coração triste.
Não existe o que ser dito em nossa defesa; não dá para escapar das piadas, do escárnio, da zombaria.
Apenas não dá.
No entanto, não demora e o vento há de ventar outra vez.
A bandeira colorada há de subir novamente para o topo da haste; há de voltar a tremular tão bonita e vibrante, como sempre foi.
Como nunca deveria ter deixado de ser.
Que venha a segunda divisão, Colorado.
Que recomece a ventania.  


07 novembro 2016

O direito do outro de não ser você

Impressiona a dificuldade que temos em conviver pacificamente com quem pensa ou é diferente de nós – da mesma maneira que impressiona a facilidade que temos em usurpar do outro o direito que ele tem de ser quem ele quiser.
Eu exijo respeito ao estilo de vida que escolhi. Não permito que ninguém – incluindo marido, pai e mãe – diga o que eu devo fazer ou o que eu devo deixar de fazer. Desde que minhas decisões não prejudiquem ninguém, eu faço da minha vida o que eu quiser. É um direito meu, certo?
E também é um direito seu, amigo leitor. Cada um de nós é livre para decidir o que é melhor para si. Mas então por que raios a gente exige respeito ao nosso modo de viver, e não respeitamos o modo de viver do outro? Eis uma boa pergunta.
Por isso, recentemente comecei a fazer um exercício, de dar ao outro – incluindo marido, pai e mãe – o direito de cada um ser o que quiser. Isso significa respeitar não somente a sua opinião, mas a maneira como a pessoa decidiu viver e resolver seus problemas, e toda sua complexidade, seu imenso universo pessoal.
Um exemplo corriqueiro: vamos supor que meu pai tenha um problema, e acredite que a solução está no caminho X. Eu discordo, e acho que a solução está no caminho Y. Mesmo assim ele insiste em ir pelo caminho X. O que eu faço?
Em outros tempos, eu tentaria convencê-lo de que eu estou certa. Talvez eu até discutisse com meu pai, na tentativa de mostrar que a minha solução é melhor. Eu ia me desgastar, me estressar, eu ia ficar puta dentro das calças. E ele ia ir pelo caminho X. Ou seja: eu passaria por um severo desgaste emocional, por nada.
Hoje, eu busco compreender que meu pai, tal e qual o restante da humanidade, é grandinho o suficiente para decidir o que é melhor para sua vida. Eu até posso dar uma opinião, se ele pedir (e eu disse SE ELE PEDIR), mas não tenho o direito de obrigá-lo a seguir pelo caminho que eu seguiria, se eu fosse ele.
Porque eu não sou ele. Eu não sou você, e você não é ele nem eu. Somos pessoas únicas, complicadas, cheias de mágoas e ranços, formadas, cada uma, pela soma das vivências e experiências pessoais, intransferíveis.
Justamente por isso temos a obrigação de respeitar o outro, mesmo que a gente não concorde com absolutamente nada do que o outro é.
Afinal, se o direito do próximo de ser quem ele quiser estiver ameaçado, estará ameaçado também o meu direito de ser quem eu quiser. 

25 outubro 2016

O cão que nos habita

Cada pessoa traz dentro de si dois cães: um manso e pacífico, e um raivoso e hostil. Estes dois cães nos habitam. Por isso, não há um ser humano neste planeta que seja somente bom, da mesma forma que não há um que seja somente mau.
Estes dois cães brigam diariamente pela liderança. E diariamente vence aquele que for mais fartamente alimentado. Esta decisão pertence a cada um de nós; é pessoal e intransferível. Qual cão você quer mais forte?
Falando assim, parece óbvio que é o cão do bem. No entanto, na prática, não é tão simples quanto parece. Porque o mal, apesar de ser o mal, traz algumas mordomias. Pessoas agressivas e cruéis também obtêm benefícios. Se você não possui moral e nem ética, por exemplo, pode conquistar muitas vantagens em seu trabalho e em sua vida, ganhar um monte de dinheiro, e alcançar uma posição de sucesso e respeito em sociedade. Pode, a gente sabe que pode.
E o bem, apesar de ser o bem, também pode trazer desvantagens. Pessoas honestas e pacificadoras são chamadas de tolas. Podem perder dinheiro, podem perder amigos, podem perder status, podem perder o emprego e o respeito. Podem, a gente sabe que podem. Pessoas que alimentam seu cão benevolente também sofrem privações.
Ou seja, escolher alimentar o cão certo nem sempre será sinônimo de felicidade e paz constante. A vida é complicada por isso: todo o mal traz benefícios, e todo o bem traz malefícios. Cada cão traz em si os lucros e os prejuízos provenientes das nossas escolhas, e daquilo que é prioridade para cada um.
Portanto, não creio ser incorreto dizer que o bem e o mal são tão próximos, que andam de mãos dadas. Estes dois cães que nos habitam não necessariamente são inimigos – apesar de brigarem o tempo inteiro. Acredito inclusive que, muitas vezes, eles dormem e brincam juntos.
Mesmo assim, um sempre será maior e mais forte que o outro: aquele que eu decidir alimentar.
Mas cuidado! Em um determinado momento, o cão que você alimenta todos os dias se tornará tão grande e tão forte, que tomará conta do pátio, e de ti, e você não terá mais qualquer controle sobre ele.
Então, pense bem em qual cão você quer ao seu lado. E o alimente. 

11 outubro 2016

Sobre Sábado

A 4ª Mostra de Arte do Saloon foi sensacional.

Por Fernão Duarte.

Acredito que todos os envolvidos – organizadores, expositores, músicos, público – saíram do Rancho Cavalo de Troia, na madrugada do último domingo, satisfeitos e de boas.
No entanto, para mim, a 4ª edição deste evento – que busca reunir e promover os artistas daqui, da nossa cidade, da nossa região – foi especialmente importante.
Porque me mostrou mais uma vez que, apesar das notícias tristes da TV e dos jornais; apesar das injustiças e da sensação constante de impotência; apesar dos tombos, das frustrações, das decepções, do cansaço: ainda há motivos para acreditar.
E isso não é algo que eu acho. É algo que eu vejo.
O bem sempre foi silencioso e discreto, diferentemente do mal, que costuma ser barulhento e histérico. Enquanto o que é ruim faz estardalhaço no Jornal Nacional, o que é bom costuma trabalhar nos bastidores, quietinho. Mas para quem só assiste; para quem está na plateia, parece que só o mal tem vez e voz.
Não é verdade.
E por isso eu agradeço muitíssimo.
Agradeço por ter a oportunidade de ser quem eu sou e de estar onde estou. Agradeço por ter olhos capazes de ver tudo de bom e de incrível que acontece em minha volta, ao alcance das minhas mãos. Agradeço por encontrar em meu caminho pessoas que me mostram que, ao contrário do que muitas vezes parece, temos motivos para acreditar, inclusive um no outro.
Agradeço porque, depois de um evento como a Mostra de Arte, é impossível não ter certeza absoluta de que o mundo tem jeito, apesar dos pesares.
Porque atrás dos holofotes, onde a desesperança faz gritaria, há um bando de gente fazendo daqui um lugar melhor para se viver. 

Por Felipe Granville.
 Veja mais fotos aqui e aqui.

30 setembro 2016

Porque uma andorinha sozinha não faz verão!

Um pouquinho do que rolou no Aniversário Cultural em Não-Me-Toque está no blog da Editora Os Dez Melhores!
Para ver mais fotos do evento, clique aqui e aqui.
Foto: Fernão Duarte.

24 setembro 2016

É HOJE!

Hoje todos os caminhos levam até a Casa da Cultura de Não-Me-Toque! ;)
Vamos?
Saiba mais clicando aqui.
Confirme sua presença clicando aqui.

12 setembro 2016

Aniversário Cultural em Não-Me-Toque: não dá para não ir!

Assessoria de Comunicação Editora Os Dez Melhores.


Reunir os artistas e promover a arte. Levá-la até as pessoas, ao invés de esperar que as pessoas venham até ela. Eis um conceito que vem crescendo e se fortalecendo em nossa região.
Desde a Mostra de Arte do Saloon, no Rancho Cavalo de Troia, que em um ano já vai para sua quarta edição, até o Sábado Cultural em Carazinho, este movimento cultural independente vem tomando força, conectando-se com mais pessoas, ampliando-se, espalhando-se, cruzando trevos e fronteiras. E quanto maior o bando, nós sabemos: mais forte ele é.
Deste modo, é com sincera alegria e satisfação que temos a honra de convidar a todos para o Aniversário Cultural, em comemoração aos 26 anos da Casa da Cultura Dr. Otto Stahl, de Não-Me-Toque.
O evento acontece dia 24 de setembro, sábado, entre 14h e 19h, e vai contar com exposições de arte, e apresentações de música e dança.
Serão 25 expositores, 8 shows, e mais de 50 artistas envolvidos – todos de Não-Me-Toque e região.
E vai rolar música, literatura, artes gráficas, culinária, ilustração, fotografia, artesanato, patchwork, artes plásticas, pirografia, pintura em porcelana, dança e quadrinhos. É arte para todos os gostos!
Além de celebrar o aniversário da Casa da Cultura, que realiza um trabalho excepcional de promoção e preservação da história e cultura de Não-Me-Toque, o Aniversário Cultural busca também promover a arte e os artistas que são daqui; que produzem, fomentam e mantêm a arte em movimento aqui, em nossa cidade, em nossa região.
Por isso, fica o convite para todos que reconhecem a importância da arte e da cultura para a emancipação intelectual de cada indivíduo, e também da sociedade como um todo: dia 24 de setembro, entre 14h e 19h, não deixe de conferir as muitas atrações do Aniversário Cultural – 26 anos da Casa da Cultura Dr. Otto Stahl.
O evento é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto de Não-Me-Toque/RS, e conta com a coordenação da Editora Os Dez Melhores, da Café Espacial e da banda 5:18.
Para mais informações, entre em contato através do e-mail contato@editoraosdezmelhores.com.br
Até lá!

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